O lulopetismo é a religião mais fanática que existe atualmente no mundo. Seu deus, o ex-presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, é o imaculado que possui em si a inocência plena da viva alma mais honesta do país. Esta figura divina responde perante a justiça dos homens a cinco processos criminais em diferentes operações. Entretanto, seus seguidores fiéis – fidelidade esta que chega à cegueira total – batem o martelo e dizem que seu deus é inocente de tudo.
No
panteão divino do lulopetismo, todos os deuses menores – chamados de Guerreiros
do Povo Brasileiro – estão presos, respondendo ainda a processos ou até mesmo
soltos por já terem cumprido pena; mas, o deus-mor, é inocente de tudo. Todos
os seus subordinados no panteão faziam a corrupção acontecer, mas o
pai-de-todos de nada sabia. Afinal, sua santidade é imaculável. Os seguidores
desta religião – que também pode ser chamada de seita, irmandade – acham que o
deus Lula não pode ser julgado pelos homens, as leis terrenas não se aplicam a
ele.
O que
se vê hoje em solo brasileiro é a completa cegueira religiosa, o fanatismo puro
e condicionado em torno de uma pessoa e de seus pupilos. O deus Lula concebeu o
parto de deuses menores como Palocci, José Dirceu, Dilma, João Vaccari Neto, João
Santana, dentre tantos outros. A religião se espalhou rapidamente em meados da
década de 1980, pura como as antigas águas do rio São Francisco.
Para
os fanáticos do lulopetismo, quem não adere à religião deve ser violentado –
física e psicologicamente -, deve ser taxado dos mais ilógicos e desrespeitosos
estereótipos – machista, fascista, elitista, homofóbico, etc. Um ponto
primordial da religião é ver todos os infiéis como elitistas, completos
individualistas que não se importam com o coletivo – mas não percebem que seu
deus compareceu a primeira audiência da justiça humana num jatinho particular
que nenhum pobre conseguirá utilizar. Neste processo em questão, o pai dos
pobres é acusado de ter recebido ilicitamente um imóvel de luxo extremo, pago com
o dinheiro de seus súditos. Por outro lado, o juiz malvado que está tentando
denegrir e desmoralizar o deus Lula almoça no tribunal a comida que sua esposa
fez em casa – conhecida popularmente como “marmita”.
Os
acusadores do deus, conhecidos como Procuradores da República, são espectros
demoníacos que tentam destruir Sua Santidade. Os fiéis e fanáticos se armam com
facões, máscaras, bombas caseiras e demais artifícios fatais para atacar
aqueles que não seguem o lulopetismo.
Este
início de segundo milênio está recheado de fanatismo por todo lado,
principalmente no Oriente Médio. Para quem acha que cegueira moral só existe do
lado de lá, se esquece de que do nosso lado existe um exército de loucos
desvairados que não aceitam que seu autoproclamado deus seja julgado por simples
homens. Se Lula é deus e nenhum homem pode julgá-lo, ele não será
responsabilizado por seus atos?
Ao
mesmo tempo em que o lulopetismo coloca num pedestal sua principal divindade,
os fiéis tentam transformar a nação em uma sociedade melhor. De que jeito?
Separando as pessoas em comuns, que devem responder por seus atos, e guerreiros
divinos imaculados que não devem resposta a ninguém. Uma sociedade segregada,
injusta e caótica é o que este seguimento busca.
Quem conhece a teologia cristã, sabe que seus preceitos, dogmas e origem
derivam de uma religião ainda mais antiga, o judaísmo. Da mesma forma, o
lulopetismo tem origens na religião política mais ilusória e sangrenta de
todas: o marxismo. O lulopetismo, vertente brasileira do socialismo cultural
aplicado, conseguiu deixar como legado mais de 60.000 homicídios por ano – taxa
anual maior que a da Síria, que se encontra no meio de uma guerra civil há seis
anos; além disso, deixou também cerca de 14.000.000 de desempregados e uma retração
econômica que nunca antes se viu registrada: somos recordistas de índices
negativos.
Para
quem não está inserido nesta religião naufragosa, resta a esperança da justiça
dos homens ser aplicada a todos. Seja um antigo presidente ou um ladrão de galinhas,
todos são iguais perante a lei. Apesar de tudo isso, aqui vai uma dica: não se
preocupe ou tenha medo apenas do Estado Islâmico; o grupo religioso mais fanático que
existe está aqui ao nosso lado.