O
que dizer do Homem? Um ser que transforma o mundo e sua própria espécie;
transforma outras espécies; até mesmo vírus e bactérias. O Homem é um ser
incansável, revolucionário. Uma espécie rica internamente, com inúmeras raças e
etnias particulares. Cada Homem contém em si um universo próprio.
A
humanidade caminha para onde? Qual o futuro que queremos deixar para os novos
indivíduos do Homo sapiens e para a
mãe Terra? Gaia nos observa diariamente, e nos observa destruindo a ela mesma e
a nós próprios. O que será de nossa morada daqui uma década, meio século, um
século, um milênio? Será caótica e apocalíptica?
É
inegável que transformações aconteçam naturalmente. É inegável que o Homem não
é o único responsável pelas mudanças climáticas e geográficas. “Eras do Gelo”
já se fixaram por milhões de anos na Terra; eventos meteorológicos já dizimaram
infinitas espécies. Coisas que não vemos hoje em dia.
O
Homem aquece a Terra. Eleva torrencialmente, a partir da Revolução Industrial,
a temperatura de sua própria morada. Nunca teremos mais uma Era do Gelo e, com isso,
não seremos extintos morrendo todos congelados. Entretanto, até que ponto
podemos aquecer o planeta? Qual o ponto de ebulição da Terra?
Inegavelmente,
o Homem é um ens sociale – um ser
social. Sua necessidade biológica de precisar de demais indivíduos de sua
própria espécie e de demais espécies, transcende para a necessidade sociológica
de se interagir, mudar, crescer. Não somente em relação a outros seres, mas com
o maior deles: a Terra.
O
Homem muda o planeta não somente porque deseja se desenvolver, mas porque é um
bicho inquieto; formulado antropologicamente para sobreviver, afinal, Homo sapiens conseguiu vencer a batalha
hominídea pela supremacia de sua raça na Terra, derrotando o “Homem de Neandertal”
e demais subespécies.
Chegamos
em 2016 num mundo virtual-real: a realidade perpetua em meios digitais. Essa
evolução tecnológica nos levou a uma qualidade de vida nunca antes vista
na Humanidade; e está, em tese, sempre
melhorando. Não sejamos ingênuos de pensar que tudo é uma maravilha, afinal,
somos inquietos: até gostamos de causar problemas para agitar a vida.
O
importante é nunca parar. Nunca estagnar. Nunca se dar por satisfeito. E isso
deve ser levado para a análise de nossa própria casa. Temos que levar
desenvolvimento também para a mãe Terra, afinal, se Gaia morrer, o que será de
nós?
Cuide
bem do mundo. Ele não é descartável e nem infinito. Descartável e infinito,
para o Universo, é essa espécie de bicho inquieto que muitas vezes só
atrapalha.
Nenhum comentário:
Postar um comentário