O caso do Museu de Arte
Moderna de São Paulo não foi o único episódio de exposição da nudez humana a
uma criança. Diversos outros aconteceram ao redor do país neste ano, sem mencionar
toda a probabilidade de este comportamento ser prática reiterada nas últimas
décadas.
Saliento, a priori,
que a crítica à exposição não é referente a performance de nudez interposta
pelo ator. É importante deixar claro que a liberdade de expressão deve ser
tutelada por todos; é um direito natural do ser humano se expressar e se
comunicar.
O grande problema do episódio ocorrido foi a manifesta
exposição da nudez adulta a – pasmem! – uma criança!
Sim, isso mesmo. Os vídeos que circulam pela rede mundial de computadores
mostram nitidamente que havia na exposição um homem adulto nu, deitado de
costas para o chão, sendo tocado por uma criancinha de menos de seis anos de
idade. Esta criança tocava o homem incentivada pela – pasmem novamente! –
própria mãe! O rebento tateava os pés
e as pernas do homem, que possuía o falo exposto aos seus olhos.
Aqui vale um juízo natural da narrativa citada: se você
leu os relatos acima e não sentiu repulsa, algo de errado ocorre em sua cabeça.
Para não deixar dúvidas, repito brevemente: uma criança é incentivada a tocar
em um homem nu, que possui as genitálias à mostra, pela própria mãe.
Tanto para o Código Penal quanto para o Estatuto da
Criança e do Adolescente, este fato é caracterizado como pedofilia ou incentivo
à pedofilia. Mas, apesar de todo este conjunto probatório, por que ainda existem
pessoas que defendem o Museu, o ator e a mãe? Veja bem, a questão é mais séria
que imaginamos. Faz-se necessário expor todo o contexto que está por trás desta
camada externa.
Os defensores se utilizam dos conceitos de “arte”. O nu
humano é artístico e, sendo arte, não deve ser proibido para crianças, pois arte é a
representação do próprio ser humano. Esta camada protetora consegue muitos
adeptos e simpatizantes, entretanto, pergunto-me se alguma destas pessoas
deixariam o filho tocar num homem nu desconhecido. Hipocrisia, talvez?
Bem, toda esta retórica recheada de demagogias nos remete
à origem de todo este círculo dialético entre arte, nudez e pedofilia. Somente
analisando as forças que dominam as vontades dos envolvidos é que entenderemos
o fato em sua realidade.
Muitos já ouviram falar – e estudaram no Ensino Médio – sobre a
escola filosófica conhecida como Escola de Frankfurt. Esta corrente de
pensamentos pregava a destruição da sociedade ocidental e de todos os seus
princípios – princípios estes judaico-cristãos -, passando pelo campo da moral
e da ética. Os frankfurtianos, para desestabilizar e acabar com a cultura ocidental,
utilizariam de diversos métodos para se chegar a
revolução marxista. A Escola de Frankfurt, então, se tornou o maior expoente do
marxismo cultural, teoria formulada pelo pensador italiano Antônio Gramsci.
Pois bem. A busca por este objetivo transmuta-se a atacar a base
de toda a sociedade humana: a família. Esta corrente diz que, para se fazer a
revolução, a família deveria ser desfragmentada. Ora, mas qual o motivo disto?
A resposta é pura e cristalina: a família é o primeiro grande e eficaz filtro
que protege o indivíduo do Estado e de todas as grandes instituições de poder.
Para se chegar a revolução comunista, e sua posterior
efetivação, a família deveria perder seu poder, fazendo-se, então, uma ligação
direta entre indivíduo e Estado; manipulação clara e iminente, poderosa e
irrefreável.
Herbert Marcuse, um dos teóricos de Frankfurt,
utilizava-se da sexualidade para o ataque à família ser bem sucedido. Para o
pensador, a repressão sexual dos pais em face de seus filhos pequenos era fruto
da sociedade capitalista. Para tanto, a erotização das crianças e seus
eventuais abusos físicos deveriam ser fomentados para que a família perdesse
seu controle sobre os rebentos, acabando com a repressão do sexo
oriunda do capitalismo, desestabilizando o próprio sistema.
É inegável que os frankfurtianos se tornaram uma
referência do progressismo radical no século XX, ganhando
inúmeros seguidores e simpatizantes ao longo do globo, em especial, é claro, no
Ocidente.
O marxismo cultural – o mais perverso inimigo da
sociedade humana – angaria adeptos nos seguimentos de esquerda da política
mundial, desde os democratas americanos até os partidos brasileiros, figurando
em lugar de destaque o PT, PSOL, PCdoB, PSB e demais.
Não se engane, leitor. O episódio do MAM de São Paulo é
só a ponta do iceberg, bem como a exposição do “Queermuseum” no Sul do país. O
próprio Ministério da Educação tem em seu programa curricular o ensinamento do
sexo para criancinhas de ensino infantil e a propagação de material sexual
explícito, como no caso do conhecido “kit gay” – saliento: o problema está na
erotização das crianças e não na exposição das características homossexuais.
Toda a
sociedade brasileira, como já falei outras vezes no blog, está envenenada pelo
marxismo cultural, com o intuito claro e manifesto de destruição da família e
de toda a moral judaico-cristã, para que o indivíduo seja facilmente manipulado
pelo Estado e outras instituições de poder.
A
moral do Ocidente é baseada no valor do trabalho, na dignidade da pessoa humana,
na proteção e construção do ambiente familiar, no respeito à propriedade privada, à liberdade de expressão, à legítima defesa e tantos outros direitos
naturais e essenciais do ser humano. Com estes valores, torna-se difícil fazer
a revolução comunista, que prega justamente o contrário dos referidos dogmas.
Faz-se
necessário, para a esquerda, tirar a família do jogo ideológico, enfraquecendo
a rede de valores ocidentais que protegem as crianças, chegando, assim, a ter
grandes possibilidades de manipulação coletiva para a revolução cultural
marxista. E é isso o que aconteceu no MAM.
A
pedofilia evidente no Museu é fruto justamente desta onda teórica que busca
desintegrar a família por meio da erotização infantil, deixando de bandeja as
crianças para as instituições de poder manipularem e doutrinarem. Uma hora
utilizam-se da pedofilia sob a ótica da educação sexual; outra, sob a ótica do
naturismo puro; chegou a vez de se utilizar do manto da expressão artística.
Cuidado,
leitores. A revolução cultural está mais viva do que nunca.
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